
Uma nova visão de mundo
Mais de 150 muros de Salvador já foram grafitados, através do projeto Salvador Grafita, que está conseguindo transformar vários pichadores em grafiteiros. O 1º Encontro desta classe, que envolvem jovens e adolescentes, transforma paredes vazias da cidade, em painéis de muitas cores.
Os grafiteiros profissionais estão dando um novo visual em muros diversos na cidade de Salvador. Para o grafiteiro baiano Josenildo Silva Mendes, 27 anos conhecido por Lee 27 “o encontro é uma forma de fortalecer a cultura do grafite na cidade”, o objetivo é transformar áreas pichadas em manifestações artísticas, embelezando ruas e avenidas principalmente em bairros muito movimentado.
Um dos movimentos que faz parte do grafite em Salvador também é o Hip Hop que é composto por quatro elementos: o rap (músicas), o DJ (quem pode produz a música), o grafit (pintura nas ruas) e, por fim, o break (dança).Surgindo na Bahia no Subúrbio, onde Luiz Augusto França, o Ananias,criou o Grupo Independente de Rua, mora e milita até hoje.
“Na cidade, um dos elementos, mas visto do Hip Hop é a grafitagem” Segundo Fábio, integrante da organização Clã Periférico, movimento no qual é a essência da periferia. Desde 11 anos, existe o movimento, e é ligado diretamente para a população negra. Os militantes lutam contra o preconceito de quem não entende a filosofia dessa arte de rua, e sempre se preocupam com a cultura. “É o único movimento que consegue fazer política, cultura e diversão ao mesmo tempo”, afirma Tom, da Organização Clã Periférico.
Para as pessoas que sobrevivem através dessa “arte das ruas” é o trabalho muito difícil, pois não conseguem patrocínio para ajudá-los. Agora com ajuda do Salvador Grafita, os grafiteiros estão melhorando o desenvolvimento dos seus trabalhos, após as suas contratações da prefeitura e consequentemente estão fazendo um melhor som do Hip Hop.
“A contratação de um valor relativo à R$ 500, 00, com auxilio transporte e alimentação.” É um trabalho muito gratificante, quando chega algumas mães até a mim, para agradecer por este projeto e o meu empenho como coordenador, certifica que o Salvador Grafita só vem a crescer”, ressalta Edvando Pinto, conhecido como Tucunaré, Coordenador do Projeto Salvador Grafita.
Lee 27 cita a importância do projeto na sua vida e na de seus colegas, que antes utilizavam a pichação como meio de demonstração de descontentamento, e hoje, com a adesão ao projeto, trouxe a expressão e reconhecimento da arte de grafitar, como uma mensagem, informação, meio de expressão urbana.
“No momento que tiver atitude, ação e tinta é a hora de poder grafitar, demonstro a minha ideologia através dessa arte e é com essa profissão que sobrevivo, com muita dificuldade, pois não temos patrocínio para que forneçam as tintas” diz o grafiteiro baiano Lee 27, com a sua experiência nas ruas da Cidade.
Os grafiteiros profissionais estão dando um novo visual em muros diversos na cidade de Salvador. Para o grafiteiro baiano Josenildo Silva Mendes, 27 anos conhecido por Lee 27 “o encontro é uma forma de fortalecer a cultura do grafite na cidade”, o objetivo é transformar áreas pichadas em manifestações artísticas, embelezando ruas e avenidas principalmente em bairros muito movimentado.
Um dos movimentos que faz parte do grafite em Salvador também é o Hip Hop que é composto por quatro elementos: o rap (músicas), o DJ (quem pode produz a música), o grafit (pintura nas ruas) e, por fim, o break (dança).Surgindo na Bahia no Subúrbio, onde Luiz Augusto França, o Ananias,criou o Grupo Independente de Rua, mora e milita até hoje.
“Na cidade, um dos elementos, mas visto do Hip Hop é a grafitagem” Segundo Fábio, integrante da organização Clã Periférico, movimento no qual é a essência da periferia. Desde 11 anos, existe o movimento, e é ligado diretamente para a população negra. Os militantes lutam contra o preconceito de quem não entende a filosofia dessa arte de rua, e sempre se preocupam com a cultura. “É o único movimento que consegue fazer política, cultura e diversão ao mesmo tempo”, afirma Tom, da Organização Clã Periférico.
Para as pessoas que sobrevivem através dessa “arte das ruas” é o trabalho muito difícil, pois não conseguem patrocínio para ajudá-los. Agora com ajuda do Salvador Grafita, os grafiteiros estão melhorando o desenvolvimento dos seus trabalhos, após as suas contratações da prefeitura e consequentemente estão fazendo um melhor som do Hip Hop.
“A contratação de um valor relativo à R$ 500, 00, com auxilio transporte e alimentação.” É um trabalho muito gratificante, quando chega algumas mães até a mim, para agradecer por este projeto e o meu empenho como coordenador, certifica que o Salvador Grafita só vem a crescer”, ressalta Edvando Pinto, conhecido como Tucunaré, Coordenador do Projeto Salvador Grafita.
Lee 27 cita a importância do projeto na sua vida e na de seus colegas, que antes utilizavam a pichação como meio de demonstração de descontentamento, e hoje, com a adesão ao projeto, trouxe a expressão e reconhecimento da arte de grafitar, como uma mensagem, informação, meio de expressão urbana.
“No momento que tiver atitude, ação e tinta é a hora de poder grafitar, demonstro a minha ideologia através dessa arte e é com essa profissão que sobrevivo, com muita dificuldade, pois não temos patrocínio para que forneçam as tintas” diz o grafiteiro baiano Lee 27, com a sua experiência nas ruas da Cidade.
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