
Este é o último texto com essa linha de raciocínio. Além de começar a produzir crônicas menores, que é mais confortável visualmente.
A partir do próximo, uma série sobre sexo será postada aqui semanalmente. Comentários são muito bem vindos.
Foi evitável, totalmente não planejado e inesperado. Podia desistir. Desistir. E insistir.
Algo com volta, com varias ressalvas desde o inicio. Persisti. Avisaram-me, preocuparam-se e eu lhe chamei. Começou. Podia ter fim logo ali. Era só o inicio e nada melhor que cortar o mal no pé. Só que já estava enraizado.
Não deu. Na verdade nem tentei. Deixei. Me acostumei e acabei gostando. Um algo mais sem sofrimento. Sem absolutamente nada em troca. Apenas algumas visitas e outras ligações. Insisto nada foi cobrado em nenhum momento. As cláusulas do contrato eram claras e objetivas. Só que essas visitas ficaram frequentes e as ligações intermináveis. Parei de viver. Por querer. Me guardei. Passei um tempo esperando algo acontecer, só que nada houve. Pensei em abandonar a ideia e voltar à vida, afinal ela é bela e cheia de graça. Repensei, ponderei e continuei morta. Numa sobrevida descartável e desesperadora.
Não pra mim, mas para todos os alheios infinitos ao meu redor.
Fui e ainda não voltei.
Num sonho louco, pensei em viver a melhor das aventuras, mas na elegância sublime do passeio vi que é impossível fazer de várias coisas uma coisa só.
O bom da vida é quando o nada se torna único e permanece assim para todo sempre Amém.
Depois de muito aprendi que a sua gentileza, mostra com clareza a importância da vida. E que, sentir necessidade e não ter tanta dificuldade de falar de você faz com que meu desejo mais reprimido, obscuro e impossível seja de fato impossível, inviável e inoportuno. Todo ser humano é digno de erro e perdão. Eu já errei o suficiente. Só me falta agora ser perdoada por tantos outros mortais iguais a mim.
A partir do próximo, uma série sobre sexo será postada aqui semanalmente. Comentários são muito bem vindos.
Foi evitável, totalmente não planejado e inesperado. Podia desistir. Desistir. E insistir.
Algo com volta, com varias ressalvas desde o inicio. Persisti. Avisaram-me, preocuparam-se e eu lhe chamei. Começou. Podia ter fim logo ali. Era só o inicio e nada melhor que cortar o mal no pé. Só que já estava enraizado.
Não deu. Na verdade nem tentei. Deixei. Me acostumei e acabei gostando. Um algo mais sem sofrimento. Sem absolutamente nada em troca. Apenas algumas visitas e outras ligações. Insisto nada foi cobrado em nenhum momento. As cláusulas do contrato eram claras e objetivas. Só que essas visitas ficaram frequentes e as ligações intermináveis. Parei de viver. Por querer. Me guardei. Passei um tempo esperando algo acontecer, só que nada houve. Pensei em abandonar a ideia e voltar à vida, afinal ela é bela e cheia de graça. Repensei, ponderei e continuei morta. Numa sobrevida descartável e desesperadora.
Não pra mim, mas para todos os alheios infinitos ao meu redor.
Fui e ainda não voltei.
Num sonho louco, pensei em viver a melhor das aventuras, mas na elegância sublime do passeio vi que é impossível fazer de várias coisas uma coisa só.
O bom da vida é quando o nada se torna único e permanece assim para todo sempre Amém.
Depois de muito aprendi que a sua gentileza, mostra com clareza a importância da vida. E que, sentir necessidade e não ter tanta dificuldade de falar de você faz com que meu desejo mais reprimido, obscuro e impossível seja de fato impossível, inviável e inoportuno. Todo ser humano é digno de erro e perdão. Eu já errei o suficiente. Só me falta agora ser perdoada por tantos outros mortais iguais a mim.