sexta-feira, 26 de junho de 2009

Deixa acontecer naturalmente


É mal do ser humano ser irracional.

E ainda dizem que pensamos pra agir. Em que ou quem?

Parece até primeiro parágrafo de matéria, mas é verdade. Quando queremos e não podemos, sofremos. Quando conquistamos, aquilo não tem mais valor. Ai surge à velha máxima: quem eu quero não me quer. Ou melhor: nada na minha vida da certo.

Mas se você não valoriza porra, como é que alguma coisa vai fluir?

Desse jeito fica difícil manter o relacionamento.

Vamos fazer um acordo? Quando quiser algo e conseguir, espera um pouco pra ver se é aquilo mesmo. Se não for ai sim... Pode desistir e partir pra outra sem medo de rótulos.

Vai lá irmão... Você consegue.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Supremo derruba exigência do diploma para jornalistas

Por 8 a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou ontem a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Só o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção do diploma. O primeiro a votar foi o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, relator do caso. Mendes defendeu a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Na avaliação do presidente do STF, o decreto-lei 972/69, que estabelece que o diploma é necessário para o exercício da profissão de jornalista, não atende aos critérios da Constituição de 1988 para a regulamentação de profissões. Mendes disse que o diploma para a profissão de jornalista não garante que não haverá danos irreparáveis ou prejudicar direitos alheios. "Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão.
Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão", disse. O voto de Mendes foi seguido pelos ministros Carmen Lucia, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso Mello. "Esse decreto é mais um entulho do autoritarismo da ditadura militar que pretendia controlar as informações e afastar da redação dos veículos os intelectuais e pensadores que trabalhavam de forma isenta", disse Lewandowski. Os ministros do STF aceitaram o recurso interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e Ministério Público Federal contra a obrigatoriedade do diploma. Em novembro de 2006, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, havia decidido liminarmente pela garantia do exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. Ontem, o plenário confirmou a decisão. A advogada do Sertesp, Tais Gasparian, argumentou aos ministros que a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo é inconstitucional porque a Constituição de 1988 garante a liberdade de expressão e do livre pensamento.

Fonte: Blog Janio Lopo

ESTUPIDEZ

Nós, jornalistas brasileiros amanhecemos de luto. Sim.
Luto porque nosso objetivo traçado há anos, foi em votação e perdeu por 8 votos.
Luto, porque nós passamos uma vida inteira sonhando e realizando esses sonhos, para num dia comum, um cidadão comum decidir por nós (BRASILEIROS) que não é preciso um diploma para exercer a profissão.
Luto, porque isso é desumano. Acabar com o sonho de tantos que aindam pensam em ser, e que sabem não mais precisar de um canudo para poder fazer aquela máteria. Afinal TODO MUNDO É CAPAZ.

Por fim, deixo aqui algumas perguntas .

Já que qualquer um pode exercer a profissão, porque não colocar engenheiros e arquitetos para realizar boas matérias? Não não. Um médico...com certeza ele cobrirá a pauta com excelêcia total?

Sem pesquisar,alguém sabe o que é lead? E dead line?

Quero ler, ver e ouvir daqui pra frente boas matérias. Todas objetivas e coesas ok?!