quarta-feira, 1 de julho de 2009

Relação gastronômica


Para muitos parecia uma comida sem tempero, mas pra mim era um verdadeiro manjar. Daqueles que a gente só tem o prazer de comer uma vez na vida.
Pois é. Comi e me lambuzei...
O gosto ainda ta aqui... Sinto-o diariamente, e sempre que me lembro da mesa posta da um nó na garganta e uma vontade louca de chorar.
Formas diferentes. Chamados diferentes. Me permiti ser uma coisa que verdadeiramente não sou. Por quê? Não sei. Se já tivesse me respondido, talvez estivesse comendo do mesmo manjar de novo.
Não enjoei. Nem desgostei. Apenas parte da matéria prima dessa mesa esta em época de plantio... A colheita vai demorar... Só espero de coração que quando crescer e for hora de colocar a mesa de novo, nós não erremos o mesmo pedido e façamos dessa orgia gastronômica uma indigesta relação.
Só pra finalizar, eu amo muito vocês. Cada um, em sua particularidade. Do seu jeito, e infelizmente a minha maneira. De uma forma louca que me fez um bem e um mal interno e não aparente.
Por um orgulho bobo posso perder parte desse banquete. Mas o sabor dos alimentos vai ficar a vida inteira a minha boca, memória e (clichê ou brega) no coração também. Pois, enquanto alimentada dessas iguarias, fui um ser extremamente feliz.
E eu que achava que isso não existia....

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Deixa acontecer naturalmente


É mal do ser humano ser irracional.

E ainda dizem que pensamos pra agir. Em que ou quem?

Parece até primeiro parágrafo de matéria, mas é verdade. Quando queremos e não podemos, sofremos. Quando conquistamos, aquilo não tem mais valor. Ai surge à velha máxima: quem eu quero não me quer. Ou melhor: nada na minha vida da certo.

Mas se você não valoriza porra, como é que alguma coisa vai fluir?

Desse jeito fica difícil manter o relacionamento.

Vamos fazer um acordo? Quando quiser algo e conseguir, espera um pouco pra ver se é aquilo mesmo. Se não for ai sim... Pode desistir e partir pra outra sem medo de rótulos.

Vai lá irmão... Você consegue.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Supremo derruba exigência do diploma para jornalistas

Por 8 a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou ontem a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Só o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção do diploma. O primeiro a votar foi o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, relator do caso. Mendes defendeu a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Na avaliação do presidente do STF, o decreto-lei 972/69, que estabelece que o diploma é necessário para o exercício da profissão de jornalista, não atende aos critérios da Constituição de 1988 para a regulamentação de profissões. Mendes disse que o diploma para a profissão de jornalista não garante que não haverá danos irreparáveis ou prejudicar direitos alheios. "Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão.
Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão", disse. O voto de Mendes foi seguido pelos ministros Carmen Lucia, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso Mello. "Esse decreto é mais um entulho do autoritarismo da ditadura militar que pretendia controlar as informações e afastar da redação dos veículos os intelectuais e pensadores que trabalhavam de forma isenta", disse Lewandowski. Os ministros do STF aceitaram o recurso interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e Ministério Público Federal contra a obrigatoriedade do diploma. Em novembro de 2006, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, havia decidido liminarmente pela garantia do exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. Ontem, o plenário confirmou a decisão. A advogada do Sertesp, Tais Gasparian, argumentou aos ministros que a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo é inconstitucional porque a Constituição de 1988 garante a liberdade de expressão e do livre pensamento.

Fonte: Blog Janio Lopo

ESTUPIDEZ

Nós, jornalistas brasileiros amanhecemos de luto. Sim.
Luto porque nosso objetivo traçado há anos, foi em votação e perdeu por 8 votos.
Luto, porque nós passamos uma vida inteira sonhando e realizando esses sonhos, para num dia comum, um cidadão comum decidir por nós (BRASILEIROS) que não é preciso um diploma para exercer a profissão.
Luto, porque isso é desumano. Acabar com o sonho de tantos que aindam pensam em ser, e que sabem não mais precisar de um canudo para poder fazer aquela máteria. Afinal TODO MUNDO É CAPAZ.

Por fim, deixo aqui algumas perguntas .

Já que qualquer um pode exercer a profissão, porque não colocar engenheiros e arquitetos para realizar boas matérias? Não não. Um médico...com certeza ele cobrirá a pauta com excelêcia total?

Sem pesquisar,alguém sabe o que é lead? E dead line?

Quero ler, ver e ouvir daqui pra frente boas matérias. Todas objetivas e coesas ok?!

domingo, 26 de abril de 2009

Sem título


Este é o último texto com essa linha de raciocínio. Além de começar a produzir crônicas menores, que é mais confortável visualmente.
A partir do próximo, uma série sobre sexo será postada aqui semanalmente. Comentários são muito bem vindos.

Foi evitável, totalmente não planejado e inesperado. Podia desistir. Desistir. E insistir.
Algo com volta, com varias ressalvas desde o inicio. Persisti. Avisaram-me, preocuparam-se e eu lhe chamei. Começou. Podia ter fim logo ali. Era só o inicio e nada melhor que cortar o mal no pé. Só que já estava enraizado.
Não deu. Na verdade nem tentei. Deixei. Me acostumei e acabei gostando. Um algo mais sem sofrimento. Sem absolutamente nada em troca. Apenas algumas visitas e outras ligações. Insisto nada foi cobrado em nenhum momento. As cláusulas do contrato eram claras e objetivas. Só que essas visitas ficaram frequentes e as ligações intermináveis. Parei de viver. Por querer. Me guardei. Passei um tempo esperando algo acontecer, só que nada houve. Pensei em abandonar a ideia e voltar à vida, afinal ela é bela e cheia de graça. Repensei, ponderei e continuei morta. Numa sobrevida descartável e desesperadora.
Não pra mim, mas para todos os alheios infinitos ao meu redor.
Fui e ainda não voltei.
Num sonho louco, pensei em viver a melhor das aventuras, mas na elegância sublime do passeio vi que é impossível fazer de várias coisas uma coisa só.
O bom da vida é quando o nada se torna único e permanece assim para todo sempre Amém.
Depois de muito aprendi que a sua gentileza, mostra com clareza a importância da vida. E que, sentir necessidade e não ter tanta dificuldade de falar de você faz com que meu desejo mais reprimido, obscuro e impossível seja de fato impossível, inviável e inoportuno. Todo ser humano é digno de erro e perdão. Eu já errei o suficiente. Só me falta agora ser perdoada por tantos outros mortais iguais a mim.

sexta-feira, 27 de março de 2009

O limiar da amizade começa aqui


Na hora do desespero a gente clama por um monte de gente. Inúteis. Inúteis gritos, inúteis nomes, inúteis sentimentos, inúteis pessoas.
Há tempos venho pensando o que de fato vem a ser uma boa e real amizade. Pensando sozinha e tirando minhas conclusões pouco precipitadas, achei melhor calar e ouvir opiniões alheias. Me decepcionei.
A minha concepção de vida, embora ainda seja jovem pra achar que a vida já me deu grandes lições, amizade é algo conquistado com o tempo. Tempo esse que faz daquela companhia algo muito mais do que um simples prazer de estar junto. Vai além das fronteiras imagináveis.
Amizade é você confiar aquilo de mais precioso que te pertence (seja emocional ou material) a alguém que tens certeza que jamais te abandonará, nem em pensamento.
Há coisas na vida que não dividimos nem mesmo com o travesseiro, há outras em que se espalha pros quatro ventos. O limite entre essas “duas coisas” parte do que você julga importante e interessante pra si e para o outro, mesmo que esse outro seja seu “amigo”.
Amizade é algo que não se inclui naquela frase: esse é amigo pra vida toda, amigo de verdade. Amizade É verdadeira E eterna. Se de fato for amizade.
Pessoas comuns como eu, se iludem por toda a vida (se não boa parte dela) achando que tem amigos. Podem sim, ter. Porém toda essa amizade não vai muito além de meia dúzia de pessoas, que o alheio insiste em chamar de coleguismo. Não digo aqueles de algazarra, os famosos amigos de bar. Esses atendem pelo nome de bando.
Os que te faze rir até no momento de desespero. São seus companheiros, ou melhor, sua galera que ironicamente denominamos “meu grupo diário”.
Há ainda aqueles de faculdade que te acompanham arduamente por alguns anos de sua vida, te levantando na hora dos zeros, e talvez te passando a perna na hora da seleção de emprego. Equipe.
Mas os amigos mesmo, aqueles que de fato são pra vida toda, não se importam com a distância. Metros, decâmetros, hectômetros e quilômetros servem mesmo é pra bater saudade vez em quando e ligar pra dizer sem medo eu te amo. Não, isso nunca foi marca de biscoito. Enganado e solitário é aquele que hesita antes de proferir tamanha sutileza. Amigos mesmo passam anos sem se ver, e quando juntos fazem daquele momento único, talvez um minutinho no ponto do ônibus, um eterno reencontro que certamente vai resultar num belo almoço no próximo final de semana. Amizade mesmo pode ser de infância, juventude, adolescência, fase adulta, ou seja lá a idade que se tem. Você sente quando aquela pessoa é pra vida toda.
E não é um convite pro casamento que vai te dizer quem são seus amigos não. É na hora que volta de viagem cheinho de história pra contar que você conhece seus irmãos de vida. Por que sem um tostão no bolso, ele foi e voltou sem nada pra você, mas não te tirou do pensamento da hora que saiu até a hora que voltou. No desespero ele pensou que você quebraria esse galhão, e na hora do rappel, queria você ali, bem juntinho pra se divertir e terem juntos a mesma história pra contar.
E vão, por que mesmo distante a sintonia é tão grande que a quilometragem é ínfima perto de tamanha grandeza de sentimentos.
Não é somente na hora da necessidade que se descobre quem são os amigos, na hora das supostas alegrias também.
Individualismo é algo que de fato não combina com amizade, discussão às vezes, compreensão sempre.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Cadê Dalila?


O carnaval acabou. Passou rápido, como todos os outros que passei aqui. Curtir, sair, dancei, beijei, bebi, extravasei e até busquei Dalila. Achei uma baita de uma virose chata, pós-carnaval, que me deixou de cama, quase sem falar. “Mas não foi de gosto?”, ouvi todos os dias em que fiquei “mole”. Foi. Foi de gosto sim, de ótimo gosto. Pra falar a verdade foi o melhor carnaval da minha vida. Parece clichê, mas foi completo. Com tudo que queria, podia, e precisava. Amigos, suor, axé, cerveja, “afro”, ídolos e porque não descobertas?
No intuito de fazer uma coisa, falei outra e ouvi o que não queria. Uma investida sem volta. Uma decepção imensa e um vazio absurdo também fizeram parte desse carnaval. Mas é festa, e tudo é permitido.
Uma festa de paz. Tudo muito bem planejado e executado. Minha Salvador esta de parabéns. A cidade cheinha de turistas que se abraçam todo tempo dizendo que a Bahia é linda. Também acho, essa terra é linda de ver e de viver. Afinal eu moro onde vocês passam férias.
Férias... A vida volta ao normal depois que o carnaval acaba. As aulas recomeçam, os trabalhos voltam a ser como no ano que passou, as festas de fins de semana diminuem consideravelmente, e até os amores se arrependem. Nem sempre há uma reconciliação. Mas a decepção ficou no ar. No auge do momento carnavalesco, com bebidas misturadas no juízo a gente acaba sabendo que além de feia é sem conteúdo.
Na verdade... O carnaval acabou. Acabaram muitas coisas também.
Fui buscar Dalila e entendi que saudade dói e machuca o coração. Na rua só queria meter o pé na jaca sem ter que me preocupar e beijar na boca pra ser feliz SEMPRE... Vi, que vale a pena passar um ano inteiro só pra te ter na avenida. Dessa forma meu fevereiro foi bem mais lindo.
A partir de agora com tudo voltando ao seu devido lugar, muitas coisas vão acabar e outras começar. É o ciclo natural da vida. E mais uma vez tenho plena certeza que muitos vão olhar quando “ela” passar. Afinal, ela é toda linda!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Cartilha orienta ambulantes que vão trabalhar no Carnaval

Com muitas imagens e linguagem simples, a publicação traz dicas valiosas para os trabalhadores informais

Os ambulantes que vão trabalhar no Carnaval de Salvador terão à disposição 15 mil cartilhas com dicas sobre higiene, como se comportar na festa, horário permitido para instalar barracas, entre outras orientações. Com muitas imagens e uma linguagem simples, a cartilha é uma iniciativa do Sebrae em parceria com o Sindifeira (Sindicato do Comércio Varejista Feirante e Ambulante de Salvador). De acordo com Adriano Câmera, coordenador da Carteira de Comércio, Serviços e Economia Solidária do Sebrae Bahia, a parceria com o Sindifeira foi fundamental para a elaboração da cartilha. “O Sindifeira procurou o Sebrae e nós fizemos o conteúdo em conjunto. É o segundo ano de uma parceria forte”, disse Adriano. O presidente do Sindifeira Salvador, Joel Rodrigues da Anunciação, também destaca a importância dessa parceria. “Nós trabalhamos com feirantes e ambulantes e o sindicato, na tentativa de aprimorar o trabalho, buscou o Sebrae para qualificar os associados. A cartilha do ano passado teve uma aceitação muito boa, não só dos ambulantes, mas também das autoridades locais. Este ano estamos voltando com uma nova edição, trabalhando agora com a auto-estima do associado.” Além da parceria com o Sebrae, o sindicato conta com o apoio do Mesa Brasil, Sesc, Nova Schin e Prefeitura Municipal de Salvador.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISTO.....

Esse texto não é de minha autoria e também não sei de quem saiu tamanha proeza, todavia gostei imensamente do seu conteúdo, e principalmente da criatividade humana.


Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Por profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: 'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma'?